Simulação: A inovadora tecnologia no planejamento eficiente de CDs

Postado por Belge Consultoria em 21 de março de 2011

Quem não quer fazer certo da primeira vez? Cada vez mais as empresas têm investido tempo em atividades relacionadas ao planejamento de suas operações em centros de distribuição. Hoje, é cada vez mais freqüente vermos anúncios de novos CDs que estão sendo construídos, ampliados, modificados e modernizados. Para todos esses casos, sabe-se que planejar é importante, porém agora a questão é: será que o planejamento está sendo embasado em fundamentos quantitativos corretos para gerar resultados precisos e certeiros?
Tipicamente, seja em projetos de novos CDs, ampliações, modernizações ou melhorias em CDs, surgem questões como:

  • O volume de expedição será atendido?
  • Qual a quantidade de recursos humanos e equipamentos são necessários?
  • A quantidade de docas será suficiente?
  • Haverá algum gargalo nessa operação?
  • É possível racionalizar recursos e equipamentos?
  • O layout proposto é o melhor? Qual o melhor layout?
  • A área de armazenagem está bem dimensionada? Qual a melhor estrutura?
  • Oque fazer para aumentar a produtividade?
  • Que sistemática de picking devo adotar?

Análise Estática x Análise Dinâmica
O dimensionamento impreciso é muito crítico, já que a instalação ou uma mudança num CD sempre implica em grandes investimentos e custos. Capacidade em excesso acarreta em custos de operação não competitivos e investimentos desnecessários, enquanto que a falta de capacidade implica em longos tempos de espera dos veículos para carregamento, gerando atrasos e prejuízos para a empresa.

O problema é que a maioria das empresas normalmente utiliza planilhas estáticas (Exemplo: MS-Excel) baseadas em produtividades médias para dimensionar seus recursos, equipamentos, quantidade de docas necessárias para o inbound e para o outbound, capacidade do estoque, etc e isso pode gerar erros graves. Como a operação de um CD apresenta grande complexidade e interdependência entre os eventos, acaba sendo muito difícil analisar todas as possibilidades em uma
planilha estática. Além disso, por utilizar médias, acaba não considerando o efeito da variabilidade.

Na análise dinâmica com simulação é possível analisar os efeitos das diversas interações de recursos e locais ao longo do tempo (figura 2) considerando também o efeito probabilístico da ocorrência de eventos, freqüência e duração. Assim, pode-se visualizar, por exemplo, o efeito de uma quebra de equipamento ou a ocorrência de estarmos no horário de refeição de um operador, quando chegam diversos veículos para carregamento. Também se podem visualizar situações aonde o veículo chega para descarregar em um momento que todos os recursos estão disponíveis, onde esses eventos podem ter duração variável de acordo com uma curva probabilística.

Centros de distribuição são sistemas dinâmicos e complexos, envolvendo diversos elementos interagindo entre si e influenciados por efeitos de natureza aleatória. Situações como estas impõem sérias dificuldades para um estudo analítico do problema, fazendo da simulação um forte aliado, senão o único, para o planejamento e análise de sistemas logísticos.

A Belge desenvolveu há alguns anos o CDSim – o único simulador específico para CDs do mundo. Este produto foi fruto do know-how da experiência da Belge no desenvolvimento de projeto logísticos embasados em simulações em diversas empresas como: Ryder, Unilever, Sadia, Ericsson, Schneider, Avon, Coca-Cola, Leo Madeiras, Scania, Votorantim, Ambev, etc.

Maiores informações sobre o simulador de CDs: http://www.belge.com.br/cd_sim.php

Alguns cases de logística: http://www.belge.com.br/indlog.php